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IX Encontro da Rede Nacional de Pessoas com Experiência de Doença Mental

Cartaz do IX Encontro Nacional A Rede Nacional de Pessoas com Experiência de Doença Mental tem o prazer de convidar todos os visitantes deste site que partilhem da nossa experiência de doença mental, para participarem no nosso IX Encontro Anual que se realizará a 12 de Junho de 2013, entre as 14h00 e as 17h30 no Auditório da Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro sita na Estrada de Telheiras, 146, em Lisboa.

Entrada livre.
Inscrições abertas através do telefone 218 453 580, fax 218 498 129 ou email centro.empowerment@gmail.com.

April 8th, 2013
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Casas Primeiro, dois anos depois.

Saiu hoje no jornal Público um artigo sobre os dois anos do programa Casas Primeiro.

Inspirado num modelo americano que considera a habitação um direito humano básico, o programa Casas Primeiro já tirou 65 sem-abrigo com doença mental das ruas de Lisboa desde Setembro de 2009. Todos os utentes vivem agora numa casa e estão em fase de recuperação e em busca de autonomia. Dez estão a trabalhar e há ainda quem esteja de volta aos estudos.

Veja o artigo completo AQUI

 

March 16th, 2012
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AEIPS quebrou um mito na sociedade portuguesa

Reportagem TSF sobre o desafio de criar a primeira residência para doentes mentais. Sete meses depois da mudança, e décadas de internamento no hospital Miguel Bombarda, conseguiu reunir um grupo, com idade avançada, e inseri-lo na comunidade.

O fundador da AEIPS, uma organização não-governamental, José Ornelas, explicou à TSF o desencadear deste processo de transferência dos 24 doentes.

Da vida fechada entre os corredores do hospital Miguel Bombarda, cada doente passou a poder seguir os interesses que já tinha, como ir à piscina, ao café ou ao cabeleireiro.

Neste projecto piloto o balanço é duplamente positivo, sublinhou José Ornelas. Além de proporcionar uma vida melhor para estas pessoas com doenças psiquiátricas, a nova residência no Restelo é uma alternativa mais barata do que a permanência num hospital.

Entre as diferenças que se notam desde a mudança, a coordenadora da casa, e especialista em desenvolvimento comunitário, Andreia Caires, destacou à TSF o facto dos doentes se sentirem em casa e poderem tomar decisões.

O dia-a-dia é mais activo do que nos corredores do Miguel Bombarda. As aulas de ginástica, por exemplo, quebraram resistências que duravam há muitos anos.

Na opinião de Andreia Caires, a casa do Restelo quebrou o mito de que era impossível estas pessoas viverem numa casa depois de décadas de internamento num hospital psiquiátrico.

Reportagem completa aqui.

February 3rd, 2012
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